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	<title>Ecos da Segunda Guerra</title>
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	<description>O Maior Acervo sobre a Segunda Guerra Mundial</description>
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		<title>Relatos da Segunda Guerra &#8211; O Herói em Silêncio</title>
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		<pubDate>Sun, 05 May 2013 23:50:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Lavecchia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em Combate]]></category>
		<category><![CDATA[Arnon Correa]]></category>
		<category><![CDATA[FEB]]></category>
		<category><![CDATA[La Serra]]></category>

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		<description><![CDATA[Em um ato de coragem o soldado Arnon Correa teve muito sangue frio, coragem e heroicidade para aguentar a dor em silencio e esperar durante horas o socorro em campo de batalha após ser ferido no rosto por uma explosão de uma granada alemã. O soldado Arnon estava no pelotão do Tenente Chaon que tinha [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em um ato de coragem o soldado Arnon Correa teve muito sangue frio, coragem e heroicidade para aguentar a dor em silencio e esperar durante horas o socorro em campo de batalha após ser ferido no rosto por uma explosão de uma granada alemã.</p>
<p><div id="attachment_8489" class="wp-caption aligncenter" style="width: 180px"><a href="http://segundaguerra.net/wp-content/uploads/2013/05/Arnon2.png" rel="facebox" rel="attachment wp-att-8489"><img class="size-large wp-image-8489" alt="Soldado Arnon Correa - imagem do livro &quot;O Paraná na FEB&quot;" src="http://segundaguerra.net/wp-content/uploads/2013/05/Arnon2-170x250.png" width="170" height="250" /></a><p class="wp-caption-text">Soldado Arnon Correa &#8211; imagem do livro &#8220;O Paraná na FEB&#8221;</p></div><span id="more-8488"></span></p>
<p>O soldado Arnon estava no pelotão do Tenente Chaon que tinha avançado na frente da cota 958 – La Serra, esse era um ponto de vital importância para o plano de estratégia alemão.</p>
<p>Após a perseguição e o retraimento das tropas inimigas, o Tenente Chaon deu um descanso aos homens aguardando a ordem de regressar, mas de súbito o Sargento Ivo Limoeiro percebeu a presença de um inimigo pronto para atirar uma granada. O Sargento em um ato de puro reflexo tentou aparar a granada lançada em seu capacete, mas a mesma se resvalou e acertou em cheio o rosto do soldado Arnon, a explosão o cegou e machucou muito seu rosto e deixando Arnon desacordado.</p>
<p>O estouro da granada alertou mais os alemães que estavam próximos e os soldados tiveram que se arrastarem até uma posição segura, alguns subiram até uma ravina para observar a posição alemã e notaram que a situação era mais critica que imaginavam.</p>
<p>Os brasileiros estavam em uma posição ás vistas dos alemães e não tinham como retrair se fosse durante a noite e não podiam socorrer o soldado ferido também. Arnon após acordar do desmaio, começou a chorar e gemer de dor e por estar cego pedia ajuda aos companheiros, nesse momento um soldado se arrastou até Arnon e pediu para ficar em silêncio, mesmo sabendo o tamanho da dor que sentia, senão os alemães iriam detectar a posição brasileira e então todos iriam ficar em apuros.</p>
<p>Foi nessa hora que o soldado Arnon buscou dentro de si mesmo todas as forças, e em um ato heroico virou seu rosto mutilado para a terra e ficou sofrendo em silêncio até escurecer e o pelotão conseguir retrair e evacuar, o soldado sofreu durante toda a noite.</p>
<p><a href="http://segundaguerra.net/wp-content/uploads/2013/05/Arnon-Correa.jpg" rel="facebox" rel="attachment wp-att-8490"><img class="aligncenter size-large wp-image-8490" alt="Arnon-Correa" src="http://segundaguerra.net/wp-content/uploads/2013/05/Arnon-Correa-290x180.jpg" width="290" height="180" /></a></p>
<p>Essa é a história de mais um de nossos pracinhas esquecidos, heróis de outrora que hoje não reconhecimento do governo e do povo brasileiro. Não sei se o Sr. Arnon esta vivo ou se já desencarnou para o lados de seus companheiros, mas deixo aqui nesse texto minha homenagem a esse grande homem, grande soldado e grande HERÓI brasileiro.</p>
<p>Fonte de pesquisa: Heróis Esquecidos – Paulo Vidal</p>
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		<title>Os Mensageiros da FEB &#8211; Heróis Anônimos</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Apr 2013 20:45:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Lavecchia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em Combate]]></category>
		<category><![CDATA[FEB]]></category>

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		<description><![CDATA[De varias funções importantes no conjunto da Força Expediconária Brasileira, a de mensageiro é uma da qual deveríamos nos aprofundar e estudar cada qual veterano que a praticou, pois esses homens foram heróis anônimos, das mãos deles muito homens foram salvos e muitas batalhas foram ganhas, muitas vezes sem dar um tiro, contribuiu para que a FEB [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>De varias funções importantes no conjunto da Força Expediconária Brasileira, a de mensageiro é uma da qual deveríamos nos aprofundar e estudar cada qual veterano que a praticou, pois esses homens foram heróis anônimos, das mãos deles muito homens foram salvos e muitas batalhas foram ganhas, muitas vezes sem dar um tiro, contribuiu para que a FEB fosse vitoriosa.</p>
<p>O soldado que era designado para ser mensageiro tinha que ter abnegação da vida em prol da vida de milhares de pessoas, tinha que ter cautela, carinho com o serviço e principalmente heroicidade, porque esses passaram por situações horriveis, eles não dormiam, não tinha descanso, saiam em missões em campo aberto na madrugada, no frio, na chuva, debaixo de tiros de metralhadora e de granadas, passava por campos minados, e com ele carregava apenas seu fuzil para sua proteção e a fé em chegar vivo, mas o que seria um simples fuzil caso encontrasse com patrulha inimiga.<span id="more-8461"></span></p>
<p>Os mensageiros da FEB tinham a trabalho de entregar mensagens do Estado Maior paras as companhias e unidades informando sobre ataques ou patrulhas, e muitos mensageiros morreram em missão, outros ficaram feridos, e outros mutilados por toda a vida, mas muitos terminaram a missão e voltaram para contar sua historia de vida.</p>
<p><a href="http://segundaguerra.net/wp-content/uploads/2013/04/mensa.jpg" rel="facebox" rel="attachment wp-att-8462"><img class="aligncenter size-full wp-image-8462" alt="mensageiros" src="http://segundaguerra.net/wp-content/uploads/2013/04/mensa.jpg" width="299" height="500" /></a></p>
<p>Segue abaixo um texto interessante do livro “Lenda Azul – A Atuação do 3° Batalhão do Regimento Sampaio na Campanha da Itália &#8211; escrito pelo General Walter de Menezes Paes” Pág.: 33-35 – Essa peque historia, é também muito envolvente e nela mostra a coragem do soldado brasileiro.</p>
<blockquote>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">O INIMIGO ATACA </span></b><b><span style="text-decoration: underline;">À NOITE</span></b></p>
<p>Cerca das 17:00h, começam a cair alguns tiros de artilharia e morteiros em nossas posições, particularmente na região de cota 670 e nas casas da encosta S da elevação da Torre di Nerone. Alguns são fumígenos. Tinha-se a impressão de uma regulação.</p>
<p>As sombras da noite descem, rapidamente; os tiros são suspensos.</p>
<p>Os últimos companheiros do 6° RI já estão próximos aos veículos que os devem conduzir estrada abaixo quando, de repente, o ar vibra novamente com os silvos das granadas inimigas. E a terra treme sob violentíssimo bom­bardeio, que desaba de modo especial sobre a 8° Cia e bate, impiedosamente, o interior da posição. Em um abrir e fechar de olhos estão partidas todas as linhas telefónicas. Os aparelhos de rádio são postos no ar: interferência, estática. As ligações tornaram-se dificílimas.</p>
<p>Esse bombardeio, tão intenso e em cadência tão acelerada, ligado, ao que supúnhamos a uma regulação, poucos minutos antes, levou-nos a pensar que algo muito importante se iria desenrolar. Tínhamos que esperar uma investida do inimigo. E era preciso que o Batalhão estivesse pronto para recebê-la, absolutamente ajustado, coeso, solidário. Era a nossa prova de fogo. A nossa estreia. Esse acontecimento iria ter influência real sobre a Unidade, no resto da campanha. Precisávamos prevenir desanimos, fraquezas, pânico. Era imperioso que restabelecêssemos as ligações.</p>
<p>Nessa hora crítica, o Comando do Batalhão precisava mostrar-se presente, ampa­rar seus comandados, estender-lhes as mãos, mostrar-se firme, vigilante, in­dómito.</p>
<p>Vai começar o rosário de sacrifícios, a série de atos de destemer, de bra­vura dos anónimos auxiliares do Comando; partem as turmas de telefonistas para correr e emendar as linhas esfaceladas; lançam-se os mensageiros em busca dos primeiros informes.</p>
<p>O bombardeio continua terrível. Causa emoção a serena bravura daque­les heróis, cujas silhuetas aparecem, aqui e ali, agigantadas pelo esplendor das explosões.</p>
<p>As granadas chovem, também, em torno do Posto de Comando e já a nossa sentinela, soldado Franklin Marimbondo da Trindade, atingido por dois estilhaços na perna, está caído dentro da pequena sala, sendo socorrido.</p>
<p>Ò dantesco da cena é de difícil descrição. Ela precisa ser vivida, para ser bem sentida.</p>
<p>A terra treme as trevas s2o rasgadas, ininterruptamente, pêlos clarões das explosões; lama, pedras e galhos são lançados pêlos ares; o barulho dos arrebentamentos e os silvos das granadas são ensurdecedores.</p>
<p>E, cm meio a tudo isso, os homens se agitando, emocionados, no cumpri­mento de seus deveres.</p>
<p>O bombardeio é mais intenso lá para as bandas da 8° Companhia. Para lá é<i> </i>mandado um mensageiro, em busca de ligação. É um soldado moço, quase um adolescente.</p>
<p>Estudante, na vida civil, creio. Desde a véspera está no PC do Batalhão, como mensageiro. Dava a impressão de um rapaz edu­cado, habituado à tranquila vida de família. Fizera-se reservista num Tiro-de-Guerra e parece que sua primeira grande aventura eia a convocação para a FEB. Muito disciplinado, atendeu rapidamente, sem uma palavra além do &#8220;Pronto&#8221; da linguagem do quartel. De pé, fuzil à mão, recebeu a ordem. Devia dirigir-se ao PC de seu capitão.</p>
<p>O percurso, embora muito curto, era ingrato, pois precisaria o soldado vencer as explosões. E, o que era pior, sobrepor-se ao instinto de conser­vação que nos prende a relativa segurança de um abrigo. Li em seus olhos a luta que lhe ia na alma: seu cérebro apontando-lhe o caminho do dever — seus pés, presos à vida. Repetiu maquinalmente a ordem e acrescentou, enfaticamente: &#8220;Eu vou sim, Sr. Capitão!&#8221;.</p>
<p>Emocionei-me. Meu coração se comprimia ao ver aquele jovem ter que enfrentar o inferno de fogo. Mas havia o dever. O meu, de ordenar; o dele, de executar! Tive ímpetos de realizar a missão do jovem soldado. Mas não me faltou força para cumprir o meu dever.</p>
<p>A mais uma repetição de &#8220;Eu vou, Sr. Capitão&#8221;, lembrei-me de ter visto, pela manhã, uma medalhinha no peito daquele rapaz. E, instintivamente, disse-lhe, com ar paternal, mão em seu ombro: &#8220;Você é católico, meu filho, vá e Deus o ajudará!&#8221;.</p>
<p>Ficou-me a impressão de que uma luz brilhou naqueles olhos arregala­dos. Um sorriso aflorou aos seus lábios ressequidos. E o rapaz moveu-se.</p>
<p>Começavam a se fazer ouvir as primeiras rajadas de armas automáticas, nossas e alemãs. Temi que o soldado já encontrasse, no caminho, alguma patrulha inimiga infiltrada em nossas posições. E avisei-lhe: &#8220;Arme sua baioneta!&#8221;</p>
<p>Não sei se o desejo de ir logo, se a semi-escuridão, se a emoção do ho­mem que se encontrara, ou se o autodomínio que chegara aos pés do sol­dado não havia, ainda, inteiramente atingido suas mãos. O fato é que, nervosas, elas não conseguiam ajustar o punho do sabre ao seu engate, no fuzil. Tomei-lhe a arma, contraí os músculos para que não me ocorresse o mesmo, armei a baioneta e devolvi-lhe o &#8220;Springfield&#8221;. Não me agradeceu. Ou melhor, não agradeceu com palavras; abriu um largo sorriso de confiança, já afas­tando o cobertor que, pendurado nos caixilhos, substituíra a porta arrebentada por uma granada. E lançou-se na escuridão&#8230;</p>
<p>Instantes depois voltara, risonho, sujo de lama no rosto, com os olhos chamejando: &#8220;Eu não lhe disse que ia, <i>seu </i>Capitão?&#8221;&#8230; E transmitiu-me a mensagem do Capitão Amadeu.</p>
<p>Respirei aliviado. Creio mesmo que o abracei. De contentamento, por vê-lo salvo. De alegria, pelo estímulo e pelo exemplo que nos dava aquele jovem soldado. Não lhe guardei o nome. Perdi-o em meio aos muitos que, modestamente, foram autores de episódios semelhantes. Mas não esqueci o fato, minha primeira emoção de combate!</p>
<p>Poderia ter omitido-o episódio, mas este depoimento ficaria incompleto se, de quando em vez, não o salpicasse com as nossas próprias emoções. Pois, para um infante, o combate é uma sequência de emoções_que precisam ser dominadas. É uma luta moral em que a razão deve dominar o coração.</p>
<p>Em 15 de junho de 1983, trinta e nove anos depois, em solenidade de posse da Diretoria da Associação Nacional dos Veteranos da Força Expe­dicionária Brasileira, alguém, às minhas costas, pergunta-me:</p>
<p>- &#8220;Posso abraçá-lo, Capitão Walter?&#8221;</p>
<p>Ao virar-me, defrontei-me com um homem já grisalho, tez morena, quei­mada pelo sol, indicando trabalho no campo, ostentando rugas nos cantos dos olhos úmidos de lágrimas. Surpreso, lembrei-me vagamente das feições daquele homem, que confessou ter também pedido a alguém que me iden­tificasse. Somente então a mim se dirigira. E acrescentou:</p>
<p>- &#8220;Vou repetir uma frase sua, no tom em que o senhor a pronunciou; e o Senhor irá me identificar imediatamente.&#8221;</p>
<p>E acrescentou, com voz vibrante: &#8220;Mensageiro da 8°!&#8221; Respondi-lhe imediatamente, também com os olhos marejados:</p>
<p>- &#8220;Torre di Nerone! 22 de novembro de 1944! 17:30 ho­ras! Você, o mensageiro&#8221;.</p>
<p>Abraçamo-nos fraternalmente, sem podermos conter as lágrimas. Quanta emoção</p>
<p>Havia identificado o heróico soldado a quem me referia linhas acima. Chama-se Eurico Pereira.</p>
<p>Resgato aqui a dívida para com esse velho companheiro, por não ter registrado, na memória, o seu nome. E enfatizo, neste momento, não apenas a importância — para o Batalhão e para todos nós, que o integrávamos — daquela primeira noite de combate; mas também a fraternidade dos com­batentes e a coesão de nossa Unidade. E a alma do combatente brasileiro!</p>
</blockquote>
<p>Fonte: O Brasil na Guerra &#8211; Kepler A. Borges</p>
<p>             Lenda Azul – A Atuação do 3° Batalhão do Regimento Sampaio na Campanha da Itália &#8211; General Walter de Menezes Paes</p>
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		<title>Planos nazistas de uma arma solar onde poderia acabar com cidades inteiras do espaço.</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Apr 2013 01:39:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Lavecchia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Armamento]]></category>
		<category><![CDATA[Eixo]]></category>

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		<description><![CDATA[Os nazistas tinham um plano onde somente o maior vilão de James Bond iria imaginar em fazer. A ideia era colocar um enorme espelho em orbita  onde iria concentrar os raios solares sobre a terra, esses raios iriam serem usados para queimas cidade ou para evaporar oceanos. Além de ser um espelho gigante, também seria [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Os nazistas tinham um plano onde somente o maior vilão de James Bond iria imaginar em fazer. A ideia era colocar um enorme espelho em orbita  onde iria concentrar os raios solares sobre a terra, esses raios iriam serem usados para queimas cidade ou para evaporar oceanos.</p>
<p><a href="http://segundaguerra.net/wp-content/uploads/2013/04/espelho2.jpg" rel="facebox" rel="attachment wp-att-8466"><img class="aligncenter size-full wp-image-8466" alt="nazi sun gun" src="http://segundaguerra.net/wp-content/uploads/2013/04/espelho2.jpg" width="634" height="357" /></a><span id="more-8465"></span></p>
<p>Além de ser um espelho gigante, também seria uma estação espacial tripulada com jardins para gerar ar puro, também teria uma abertura onde os foguetes atracariam para a tripulação entrar e sair.</p>
<p><a href="http://segundaguerra.net/wp-content/uploads/2013/04/espelho.jpg" rel="facebox" rel="attachment wp-att-8467"><img class="aligncenter size-full wp-image-8467" alt="nazi sun gun" src="http://segundaguerra.net/wp-content/uploads/2013/04/espelho.jpg" width="634" height="565" /></a></p>
<p>O espelho seria usado para concentrar os raios solares como as crianças fazem com lupa para fazer fogo.</p>
<p>Esse projeto era do projetista de foguetes Hermann Oberth em 1023, um físico e engenheiro austro-húngaro que tinha como projeto assinado a bomba V2.<a href="http://segundaguerra.net/wp-content/uploads/2013/04/Hermann-Oberth.jpg" rel="facebox" rel="attachment wp-att-8468"><img class="aligncenter size-full wp-image-8468" alt="Hermann Oberth" src="http://segundaguerra.net/wp-content/uploads/2013/04/Hermann-Oberth.jpg" width="306" height="353" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No final da guerra os americanos descobriram os projetos e viram que os nazistas já estudavam a possibilidade de construir o espelho a 22.236 milhas acima da terra, projeto demoraria 15 anos para ficar pronto e custaria 3 milhões de marcos. As estruturas seriam lançadas ao espaço em pré-moldados</p>
<p><a href="http://segundaguerra.net/wp-content/uploads/2013/04/espelho3.jpg" rel="facebox" rel="attachment wp-att-8470"><img class="aligncenter size-large wp-image-8470" alt="nazi sun gun" src="http://segundaguerra.net/wp-content/uploads/2013/04/espelho3-290x122.jpg" width="290" height="122" /></a></p>
<p>O projeto original seria para proporcionar sol para todo o globo terrestre inclusive nos lugares onde o sol não batia em determinadas horas do dia, mas depois foi adotada a ideia de arma solar.</p>
<p>Fonte: dailymail</p>
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		<title>Georgi Kireev, Ex-Combatente da Segunda Guerra que Visita seu Próprio Túmulo há 70 anos!</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Feb 2013 14:35:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Luiz!</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hoje em dia]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Segunda Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Stalingrado]]></category>

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		<description><![CDATA[Georgi Kireev é um veterano da Segunda Guerra Mundial, ex-integrante do Exército Vermelho Russo, que visita o próprio túmulo há 70 anos, desde que foi dado como morto Gueorgui Kireev comparece quase todos os anos frente a seu túmulo em Volgogrado, após ter sido declarado morto durante a batalha de Stalingrado, na Segunda Guerra Mundial. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Georgi Kireev é um veterano da Segunda Guerra Mundial, ex-integrante do Exército Vermelho Russo, que visita o próprio túmulo há 70 anos, desde que foi dado como morto</p>
<p>Gueorgui Kireev comparece quase todos os anos frente a seu túmulo em Volgogrado, após ter sido declarado morto durante a batalha de Stalingrado, na Segunda Guerra Mundial.</p>
<p>&#8220;Fui ferido na defesa de Stalingrado. Concluiram que havia morrido e notificaram a minha família. Quase todos os anos visito meu túmulo num cemitério da cidade&#8221;, declarou Kireev à agência de notícias Efe.<span id="more-8431"></span></p>
<p>Aos 89 anos, o veterano ucraniano conserva o bom humor, diante da situação em que o nome e sobrenome foram gravados com cinzel em um panteão dos caídos entre junho de 1942 e fevereiro de 1943.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-8432" alt="georgi-kireev" src="http://segundaguerra.net/wp-content/uploads/2013/02/georgi-kireev.jpg" width="615" height="300" /></p>
<p> Este não é o único caso de veterano de Stalingrado que foi considerado morto em combate e que não apenas ainda estava vivo, como seguiu combatendo; porém Kireev não estev presente na tomada de Berlim, uma vez que esteve gravemente ferido em novembro de 1944 na Prússia.</p>
<p>Os ex-combatentes da batalha que mudou a Segunda Guerra Mundial rondam agora os 90 anos e, embora afetados por algumas enfermidades, ocupam um lugar de honra na história desse conflito.</p>
<p>&#8220;Resistimos até o final, embora tivéssemos pela frente o grande Exército alemão. Sim, caiu muita gente sob as bombas. Em meu pelotão éramos 15 e somente 3 sobrevivemos&#8221;, contou Kireev, membro da brigada 96 do lendário Exército Soviético.</p>
<p>Em julho de 1942, a cidade que recebeu o nome do líder soviético, Josef Stalin, corria sérios riscos de ser tomada pelos alemães e, por isso, Moscou recorreu a recrutas sem experiência em combate que dificilmente duravam 24 horas de pé sob o infernal bombardeio alemão.</p>
<p> &#8220;Terminei a escola e 2 dias, logo em seguida caíram as primeiras bombas sobre Kiev. Todos meus amigos e eu fomos nos alistar. Fui rejeitado porque só tinha 17 anos. Fiquei muito triste, mas, quando completei 18, me deram um fuzil e me enviaram ao fronte&#8221;, lembrou Kireev.</p>
<p> Curiosamente, de acordo com a historiadora Tatiana Prekazchikova do Museu de Stalingrado, nem Adolf Hitler nem Josef Stalin se quer suspeitavam que essa cidade a margens do Volga seria crucial para decidir o destino da guerra.</p>
<p> Stalin pensou que Hitler lançaria no verão de 1942 nova ofensiva sobre Moscou, mas os alemães desistiram da capital russa e decidiram tomar o controle do Cáucaso para cortar as provisões de combustível ao Exército Vermelho.</p>
<p> &#8220;É hora de frear a retirada. Nem um passo atrás&#8221;, rezava a famosa chamada de Stalin às tropas em julho de 1942.</p>
<p> Ou seja, no caso dos soldados soviéticos, entre os quais havia não poucas mulheres, o heroísmo não era negociável, mas uma obrigação para todos os combatentes, que em caso de retirada eram metralhados por unidades punitivas, de acordo com a diretiva 227.</p>
<p> Como isso, os alemães se viram empurrados a uma batalha popular, uma luta corpo a corpo nas ruínas da cidade, para a qual não estavam equipados e na qual sua supremacia em tanques e aviões perdeu todo efeito.</p>
<p> &#8220;Os alemães não estavam preparados para 40 graus negativos. Além disso, ficaram sem munição e provisões. Estavam famintos e mortos de frio&#8221;, disse Dmitri Stadniuk, um veterano ucraniano de 90 anos.</p>
<p> A consequência foi que a cidade de pouco mais de 500 mil habitantes praticamente sumiu da face da terra sob os bombardeios alemães e, em suas ruas e nos arredores, pereceram mais de 2.000.000 de soldados soviéticos e alemães.</p>
<div id="attachment_8434" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://segundaguerra.net/wp-content/uploads/2013/02/stalingrado.jpg" rel="facebox"><img class="size-full wp-image-8434" alt="stalingrado" src="http://segundaguerra.net/wp-content/uploads/2013/02/stalingrado.jpg" width="600" height="430" /></a><p class="wp-caption-text">Stalingrado após os bombardeios alemães</p></div>
<p style="text-align: left;"> &#8220;Havia montanhas de cadáveres. Tivemos que pedir aos prisioneiros que cavassem sob a neve fossas para enterrar seus próprios mortos&#8221;, lembrou.</p>
<p> Stadniuk viu pessoalmente em uma das praças de Stalingrado como um compungido Friedrich Paulus, o comandante do Sexto Exército alemão, era transportado em um veículo por soldados soviéticos após render-se, em fevereiro de 1943.</p>
<p> &#8220;Em Stalingrado nós aprendemos a combater e os alemães perderam a iniciativa. Foi nossa primeira grande vitória&#8221;, relatou Stadniuk.</p>
<p> Os alemães jamais chegaram a Moscou, enquanto que os soviéticos não se conformaram em expulsar o invasor de seu território e lançaram uma contraofensiva que concluiu com a tomada de Berlim.</p>
<p><a rel="nofollow" href="http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2013/02/09/veterano-de-guerra-ucraniano-visita-o-proprio-tumulo-ha-70-anos.htm" target="_blank"> Fonte</a></p>
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		<title>A Jamaica na Segunda Guerra Mundial</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jan 2013 02:41:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Lavecchia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aliados]]></category>
		<category><![CDATA[FW190]]></category>
		<category><![CDATA[Jamaica]]></category>
		<category><![CDATA[RAF]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre quando ouvimos falar na Jamaica, pensamos em Bob Marley, Musico famoso por levar o Reggae ao conhecimento mundial, hoje também podemos ouvir muito falar na Jamaica quando vemos provas de atletismo, com o homem mais rápido do mundo Usain Bolt. Durante a Segunda Guerra Mundial a Jamaica era colônia inglesa, e por isso entrou [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre quando ouvimos falar na Jamaica, pensamos em Bob Marley, Musico famoso por levar o Reggae ao conhecimento mundial, hoje também podemos ouvir muito falar na Jamaica quando vemos provas de atletismo, com o homem mais rápido do mundo <em>Usain Bolt.</em></p>
<p><em>Durante a Segunda Guerra Mundial a Jamaica era colônia inglesa, e por isso entrou na </em>Lei de Defesa do Território<em>, fora criado uma base de contra torpedeiros para a defesa da costa norte americana devido a ação dos u-boats alemães no mar do Caribe, com a criação dessa base </em>vieram os soldados e um clube de oficiais jamaicanos em Kingston, de onde saíram <em>muitos jamaicanos voluntários para defender a pátria mãe.</em><span id="more-8392"></span></p>
<p><em>Na época o governador instituiu </em>a censura da imprensa, correios e telégrafos e mensagens de cabo<em>, e também regulamentou </em>os preços de todas as mercadorias para evitar qualquer forma de especulação baseada na escassez de tempo de guerra em itens como a manteiga, óleo, etc&#8230;</p>
<p> A maioria dos voluntários foram alistar-se na RAF (Força Aérea Inglesa), sendo alguns dos mais conhecidos o Piloto Sargento Vincent Bunting e o Sargento Atirador Lincoln Lynch.</p>
<blockquote>
<p>Piloto Sargento Vincent Bunting, na verdade nasceu no Panamá em 1918, sendo criando em Kingston, ingressou na RAF em 26 de julho de 1940 inicialmente serviu no Esquadrão 611 e depois promovido a Sub-Tenente  passou por outros Esquadrões, sendo eles: Esquadrão 132 e Esquadrão 154.</p>
<p>Em 27 de Março destruiu um FW190 em uma surtida perto de Lübeck, Alemanha. Vincent Bunting passou a servir em cargos administrativos, e em 1948 recebeu a patente de Tenente da RAF.</p>
</blockquote>
<div id="attachment_8393" class="wp-caption aligncenter" style="width: 160px"><a href="http://segundaguerra.net/wp-content/uploads/2013/01/imagem-01.jpg" rel="facebox" rel="attachment wp-att-8393"><img class="size-medium wp-image-8393" alt="Vincent Bunting" src="http://segundaguerra.net/wp-content/uploads/2013/01/imagem-01-150x122.jpg" width="150" height="122" /></a><p class="wp-caption-text">Vincent Bunting</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_8394" class="wp-caption aligncenter" style="width: 89px"><a href="http://segundaguerra.net/wp-content/uploads/2013/01/02.jpg" rel="facebox" rel="attachment wp-att-8394"><img class="size-medium wp-image-8394" alt="Lincoln Lynch" src="http://segundaguerra.net/wp-content/uploads/2013/01/02-79x130.jpg" width="79" height="130" /></a><p class="wp-caption-text">Lincoln Lynch</p></div>
<p>Alguns outros jamaicanos foram para o Esquadrão Caribe, onde se encontrava voluntários de todas a ilhas situadas no mar caribenho, entre eles esta um Padre jamaicano que se alistou como voluntario quando ficou sabendo que o esquadrão precisava de “capelão”. Esse capelão era Eric Maxwell.</p>
<blockquote>
<p>Maxwell como 1º missão oficial, participou de uma marcha de adoração em Kingston até o <i>Up Park Camp</i><i>, </i>chegando tentou passar um texto de St. Paul&#8217;s words, chamado &#8220;Eu sou um cidadão da cidade.&#8221;</p>
<p>Ao deixar a Jamaica em 1944 eles foram para a América, o desembarque em Newport News, Virgínia, após alguns dias deixaram Fort Eustis para o Norte de África, mas quando chegoram a Gibraltar as forças aliadas estacionadas no país tinham sido transferidas para a Itália, então foram transferidos para Nápoles, chegando em Nápoles, os britânicos não estavam sabendo da chegada do Esquadrão, então ninguém sabia o que fazer com eles, foram alojados nos arredores do Vesúvio, que tinha sido recentemente desocupado por um regimento britânico na após uma ligeira erupção vulcânica, passou um  mês interessante e agradável, neste campo. Visitou Nápoles e muitas vezes também Pompéia, encontrou alguns vestígios arqueológicos, e a destruição de edifícios danificados, bem como o pedágio emocional e físico. Em Nápoles, havia filas de pão que se estenderam por quilômetros.  <i> </i></p>
<p>Depois de alguns meses em Nápoles, que foram removidos para o norte Riardo. No caminho até lá, chegou a ver muitas cruzes brancas nas sepulturas temporárias de soldados que tinham sido mortos na batalha. Eles tinham sido enterrados onde caíram, mas os corpos mais tarde iriam ser removidos para um cemitério militar.</p>
<p>Após deixar a Itália em outubro de 1944 sua unidade foi para o Egito, chegando la foi dada a ordem de  guardar alguns prisioneiros de guerra vindos da Itália. Maxwell voltou para a Jamaica em 1946. e hoje talvez seja uns dos únicos do Esquadrão vivo no pais.</p>
</blockquote>
<div id="attachment_8395" class="wp-caption aligncenter" style="width: 83px"><a href="http://segundaguerra.net/wp-content/uploads/2013/01/imagem-04.jpg" rel="facebox" rel="attachment wp-att-8395"><img class="size-medium wp-image-8395" alt="Eric Maxwell" src="http://segundaguerra.net/wp-content/uploads/2013/01/imagem-04-73x130.jpg" width="73" height="130" /></a><p class="wp-caption-text">Eric Maxwell</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_8396" class="wp-caption aligncenter" style="width: 96px"><a href="http://segundaguerra.net/wp-content/uploads/2013/01/imagem-05.jpg" rel="facebox" rel="attachment wp-att-8396"><img class="size-medium wp-image-8396" alt="Eric Maxwell em sermão." src="http://segundaguerra.net/wp-content/uploads/2013/01/imagem-05-86x130.jpg" width="86" height="130" /></a><p class="wp-caption-text">Eric Maxwell em sermão.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Talvez essas sejam umas das poucas memórias da Jamaica na Segunda Guerra Mundial, talvez pouca coisa, mas uma grande curiosidade para quem nem imaginava que este pequeno pais tenha dado tanto esforço para a guerra como outros grandes para combater o Nazi/Facismo.</p>
<p>Fica então uma fonte de pesquisa para que se alguém conseguir ou souber de mais detalhes para somar a esse texto, fique a vontade.</p>
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		<title>Memória, Museu e História – Centenário de Max Wolff Filho e o Museu do Expedicionário</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jan 2013 16:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Lavecchia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros e Revistas]]></category>
		<category><![CDATA[FEB]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta obra apresenta os principais resultados de atividades de extensão universitárias, nas quais estiveram envolvidas a Universidade Federal do Paraná (UFPR) e o Centro de Estudos e Pesquisas de História Militar do Exército (CEPHiMEX): o Evento de Extensão Universitária “Cem anos de Max Wolff Filho” (3/08/2011) e o principal produto do Projeto de Extensão Universitária [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.humanas.ufpr.br/portal/historia/files/2013/01/livro_memoria_museu_historia.pdf"><img class="aligncenter size-medium wp-image-8379" alt="sgtm" src="http://segundaguerra.net/wp-content/uploads/2013/01/sgtm1-150x105.jpg" rel="facebox" width="150" height="105" /></a></p>
<p>Esta obra apresenta os principais resultados de atividades de extensão universitárias, nas quais estiveram envolvidas a Universidade Federal do Paraná (UFPR) e o Centro de Estudos e Pesquisas de História Militar do Exército (CEPHiMEX): o Evento de Extensão Universitária “Cem anos de Max Wolff Filho” (3/08/2011) e o principal produto do Projeto de Extensão Universitária “Guia do Museu do Expedicionário”. Visa-se divulgar junto à comunidade de pesquisadores, professores, profissionais, estudantes e interessados no tema da participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial as mais recentes conclusões às quais chegaram os pesquisadores da UFPR e do CEPHiMEx. Tem-se aqui a publicação de uma fonte inédita, da mais alta valia, a entrevista com a filha única daquele heroico militar, a Sra. Hilda Della Nina (nascida Wolff), residente no Rio de Janeiro.<span id="more-8377"></span></p>
<div>Dennison de Oliveira</div>
<p>Link para acesso ao livro: <a href="http://www.humanas.ufpr.br/portal/historia/files/2013/01/livro_memoria_museu_historia.pdf" target="_blank">http://www.humanas.ufpr.br/portal/historia/files/2013/01/livro_memoria_museu_historia.pdf</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Outra Versão sobre a Origem do Slogan da FEB: A Cobra Fumou!</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jan 2013 21:47:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Lavecchia</dc:creator>
				<category><![CDATA[FEB]]></category>

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		<description><![CDATA[Segue abaixo a versão para o Slogan da Força Expedicionária Brasileira contada e explicada pelo veterano Newton La Scaleia de São Paulo. Muito se falou a respeito da origem do “SLOGAN”, a cobra fumou; a cobra vai fumar; a cobra está fumando mas á definição que está prevalecendo e, aparecem em alguns livros que eu [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Segue abaixo a versão para o Slogan da Força Expedicionária Brasileira contada e explicada pelo veterano Newton La Scaleia de São Paulo.</p>
<p><a href="http://segundaguerra.net/wp-content/uploads/2012/12/feb.jpg" rel="facebox" rel="attachment wp-att-8328"><img class="aligncenter size-medium wp-image-8328" alt="feb" src="http://segundaguerra.net/wp-content/uploads/2012/12/feb-102x130.jpg" width="226" height="289" /></a></p>
<p>Muito se falou a respeito da origem do “SLOGAN”, a cobra fumou; a cobra vai fumar; a cobra está fumando mas á definição que está prevalecendo e, aparecem em alguns livros que eu tive a oportunidade de ler é, de que um General em uma das reuniões que decidiam a criação de uma força militar brasileira para participar na “SEGUNDA GUERRA MUNDIAL”, teria dito, é mais fácil uma cobra fumar do que uma força militar brasileira participar do conflito mundial.<span id="more-8372"></span></p>
<p>Essa afirmação, sem significado algum, além de não ter qualquer base de sustentação é, ainda, desprovida de qualquer principio de relacionamento histórico, para que possa ter credibilidade suficiente a fim de que essa tese seja aceita, por terem sido feitas por pessoas alheias a história e, talvez nem tivessem nascido na época em que o fato ocorreu. Não obstante, todas essas argumentações negativas ela é, a que está prevalecendo.</p>
<p>A VERDADE NARRADA POR AQUELE QUE VIVEU A HISTORIA:</p>
<p>Essas expressões “a cobra fumou, vai fumar ou está fumando” são mais antigas do que a F.E.B.. Ela foi o fruto de um fenómeno local que aconteceu na Cidade de São Paulo.</p>
<p>Esse fenómeno isoladamente era insignificante e, teria se perdido na história se não fora um outro acontecimento. Este sim, muito importante que foi a decisão da criação da Força Expedicionária Brasileira.</p>
<p>Esses dois acontecimentos se encaixaram perfeitamente e se fundiram de tal forma que lhes deu a condição capaz de projetar essas “EXPRESSÕES” para sempre no “CENÁRIO” do maior feito da História Militar Brasileira.</p>
<p>HISTÓRICO:</p>
<p>Na Cidade de São Paulo na época não existiam “Camelôs”, o que existiam eram vendedores ambulantes que circulando pela cidade ofereciam os seus produtos nas casas e principalmente nos bares. Eles eram proibidos ficarem parados. No fim da década de 1930 e no início da década de 1940 surgiram várias pessoas de outros estados, quase todos de Goiás e Mato Grosso. Eles apareceram em grupos de 3 ou 4 pessoas, todos levando uma “MALA” enorme e, se instalavam na Praça da Sé, Praça da República e outros locais onde o fluxo de pessoas eram maiores. Em determinado momento um deles abria a “MALA” e exibia uma enorme cobra “Jiboia”. Naquela época a mais de 60 anos atrás esse tipo de réptil era uma atração fantástica para o povo da Cidade de São Paulo e, logo um numero enorme de pessoas se aglomeravam em torno da cobra. Um deles enfiava um tubinho para enrolar fios nas tecelagens na boca da Jiboia com um cigarro apagado e, com um isqueiro fingindo que acendia o cigarro, gesticulava e falava daqui a pouco a cobra vai fumar, criando aquela expectativa inédita para o povo Paulistano. Em seguida os outros personagens abriam as outras malas e ofereciam os seus produtos; remédio para calo; perfume; produtos para o cabelo e outras quinquilharias, que todo mundo está cansado de saber.</p>
<p>Como esse procedimento era proibido, surgiam os fiscais da Prefeitura e naquele momento os personagens fechavam as malas rapidamente e saiam correndo para lados diferentes cada um levando a sua “MALA”.</p>
<p>Até aqui não tem novidade nenhuma, esses fatos acontecem até nos nossos dias.</p>
<p>Eis, que na mesma época surgiu a grande noticia que comoveu todos os brasileiros, ficou resolvido que o nosso Pais iria participar ativamente da Segunda Guerra Mundial mandando uma força militar para combater nos campos de batalha da “ITÁLIA”. Esse contingente foi denominado “Força Expedicionária Brasileira” e que o primeiro escalão partisse do Estado de São Paulo. A partir dai a Cidade de São Paulo virou uma praça de guerra, as convocações começaram a serem feitas e, aqueles que eram convocados se apresentavam no Quartel do Parque Dom Pedro II, todos vindo do interior e de outros Estados. Obviamente, todos sem exceção traziam a sua &#8220;MALA&#8221; a fim de transportar roupas e seus objetos de uso pessoal. Inclusive os Oficiais convocados tinham o mesmo procedimento.</p>
<p>O nosso campo de treinamento principal era no Parque Dom Pedro II em torno do Quartel, e na várzea do Glicério. Como naquela época ninguém tinha carro os convocados desciam do bonde na Avenida Rangei Pestana e outros na frente do Quartel. Cada bonde que parava descia uma leva de convocados todos trazendo a sua “MALA”. Nós que estávamos recebendo e dando instrução no parque todos gritavam, bradavam repetidamente “OLHA A COBRA” a “COBRA VAI FUMAR” era uma gritaria infernal. Eles ficavam todos assustados olhando ao seu redor, uma vez que, não sabiam qual a razão daquela algazarra.</p>
<p>NA HORA DO ALMOÇO:</p>
<p>Os militares almoçavam antes e, após o almoço até recomeçar as instruções ficávamos todos no Pátio do Quartel.</p>
<p>A formação dos convocados era em coluna de três, deixando os seus pertences para irem almoçar. Na volta todos iam procurar escova de dente ou uma toalha para a sua higiene bucal e, obviamente tocavam nas “MALAS”. Ao fazerem esses gestos “QUE JÁ ERA ESPERADO POR TODOS” era o suficiente para desencadear aquele coro infernar provocando uma gritaria que ecoava por todos os recantos do Pátio do Quartel “OLHA A COBRA” a “COBRA VAI FUMAR”. Esses acontecimentos se repetiam todos os dias durante o período das convocações.</p>
<p>“OUTRO ACONTECIMENO DIGNO DE NOTA QUE PROVA O QUE ESTÁ SENDO AFIRMADO” é de que o Slogan a <sup>“</sup>COBRA FUMOU” é mais antigo do que a F.E.B.</p>
<p>No inicio estavam fazendo apenas as convocações, para depois de incorporados serem encaminhados ao 6° Regimento de Infantaria, sediado na Cidade de Caçapava, unidade determinada para ser o primeiro escalão da Força Expedicionária Brasileira para lutar nos campos de batalha da “ITÁLIA”.</p>
<p>Os convocados, após os exames de rotina eram incorporados e recebiam o fardamento, começando a receber as instruções diárias, duras e cansativas que iniciavam as 7 horas da manhã. Depois de um dia estafante em razão das instruções recebidas, o soldado retornando ao Quartel tomava, banho, jantava e sem dinheiro só havia um lugar para se divertir, principalmente para aqueles que não eram nativos da Cidade de São Paulo. A sua diversão era pegar um bonde (grátis) e se dirigir a Zona do Meretrício.</p>
<p>Os militares só tinham acesso livre nesse locai em horas determinadas. Das 19:00 às 22:00 horas.</p>
<p>Nesse período o fluxo de militares na Zona do Meretrício era tão grande que houve a necessidade de ser criada uma patrulha militar. Eu era Sargento e comandei essa patrulha várias vezes. Todas as noites havia conflitos e, muitas vezes violentos. Os jovens soldados se apaixonavam pelas prostitutas e vice versa. Enciumados, insistiam em permanecer nos quartos após as 22:00 horas.</p>
<p>As Cafetinas reclamavam, considerando que elas só começavam a faturar depois das 22:00 horas, quando os soldados se retirassem. Nesse momento o choque era inevitável e, havia a necessidade da Patrulha usar da força física para tirar o militar do recinto, prendendo-o. Esse procedimento se desenrolava durante todas as noites.</p>
<p>Quando saia o boletim anunciando a escala de serviço para o dia seguinte, aqueles que eram designados para a Patrulha da Zona do Meretrício, comentavam amanhã a “COBRA VAI FUMAR”.</p>
<p>Eu fiz questão de citar esse fato, para ficar comprovado que a expressão “COBRA FUMOU” é mais antiga do que a Força Expedicionária Brasileira, uma vez que, nessa ocasião, nos ainda, não havíamos sido incorporados a Força Expedicionária Brasileira.</p>
<p>“A COBRA FUMOU” = significado = o fato já aconteceu</p>
<p>“A COBRA VAI FUMAR” = significado = o fato vai acontecer</p>
<p>“A COBRA ESTÁ FUMANDO” = significado = o fato está acontecendo.</p>
<p>Essa é a historia verdadeira da criação dessas expressões, cujo relato é baseado em fatos concretos acontecidos na Cidade de São Paulo, Berço da Força Expedicionária Brasileira.</p>
<p>Não adianta ser ex-combatente de qualquer patente, de soldado a general, ter servido em outros escalões nos outros estados. Esses fatos, só sabem aqueles que na época serviram no Exército na Cidade de São Paulo. Foi um fenómeno local que separadamente não tinham significado algum, como já foi dito, mas num determinado momento, coincidentemente eles se amoldaram e se fundiram criando essas expressões que ficaram eternamente registradas no maior feito da História Militar Brasileira.</p>
<p>O povo brasileiro é imbatível e, um observador emérito naquilo que acontece no cotidiano e, transforma tudo que vê em versos.</p>
<p>No caso ele assimilou a “MALA” que foi a vedete dessa história, considerando &#8220;que foi o objeto que todos os ex-combatentes usaram a “COBRA”, o perigo iminente que uma Guerra, pode ocasionar e, o desfecho lamentável e desastroso do final de uma batalha, seja qual for o resultado. Dessa mescla diversificada surgiu o slogan, o símbolo, o marco inicial que posteriormente se transformou no “BRASÃO” que identificou a Força Expedicionária Brasileira.</p>
<p>Caros leitores, histórias são histórias. Tem aqueles que contaram a história e, quem conta sempre acrescenta alguma coisa para torná-la mais interessante. Outros escreveram a história, modificando-a, para que a redação seja mais atraente. Tem aqueles que publicaram as histórias, deturpando-as para se locupletarem delas. Todas elas são aceitas porque não existe ninguém para contestá-las. O mais importante de todas as histórias é de que o fato inicial existiu.</p>
<p>Raramente existem aqueles que vivem para contar a sua história de um passado distante, mais de 60 anos. O relato que acabaram de ler, foi de quem viveu a História.</p>
<p>Newton La Scaleia – Veterano da Força Expedicionária Brasileira</p>
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		<title>Acidente no traslado de restos mortais dos pracinhas da FEB para o Brasil.</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jan 2013 00:38:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Barbara Ramos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Historia]]></category>
		<category><![CDATA[FEB]]></category>
		<category><![CDATA[General Cordeiro de Farias]]></category>
		<category><![CDATA[Pistóia]]></category>

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		<description><![CDATA[Em meados de 1960 aconteceu um fato que não temos muito conhecimento referente os restos mortais de nossos heróis da Força Expedicionária Brasileira, tombados nos campos de batalha da Itália na Segunda Guerra Mundial. Na verdade é normal o fato não ter conhecimento já que nossos pracinhas até hoje, quase 70 anos do final da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em meados de 1960 aconteceu um fato que não temos muito conhecimento referente os restos mortais de nossos heróis da Força Expedicionária Brasileira, tombados nos campos de batalha da Itália na Segunda Guerra Mundial. Na verdade é normal o fato não ter conhecimento já que nossos pracinhas até hoje, quase 70 anos do final da guerra, nossos pracinhas não tem o reconhecimento histórico pelos seus feitos.</p>
<p>Esse caso aconteceu como já disse em meados de 1960 quando uma comissão liderada pelo General Cordeiro de Farias para repatriar os restos mortais de nossos pracinhas então enterrados no cemitério de Pistóia – Itália. Na viagem para o Brasil seria feito uma escala em Lisboa-Portugal, mas um grave acidente com um dos três aviões fez com que a comissão tivesse um atraso. Esse acidente foi justamente no avião onde estava o viajando o General Cordeiro de Farias.<span id="more-8352"></span></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="pie-img " alt="acicord2.jpg" src="http://lh6.ggpht.com/-X8YhY7Hk8fI/UPNOPS8ZyrI/AAAAAAAAASg/P4c-u7ZCaQI/acicord2.jpg?imgmax=800" width="640" height="392" /><p class="wp-caption-text">Avião ao qual o General Cordeiro de Farias viajava apos o acidente.</p></div>
<p>Segundo relatos do General o piloto errou ao pousar, o avião derrapou pela pista rodando pela pista, perdeu uma asa e incendiou, o General estava na avião com mais dois soldados, ele se lembra de ter muita fumaça no interior da aeronave e algumas explosões em seu interior e do lado de fora também, relata o General que em instinto de se salvar, viu uma clareira na parte de traz do avião, para chegar a única alternativa era passar por cima das urnas onde estavam os restos mortais dos pracinhas, ele o fez rastejando até chegar ao outro lado e saindo da aeronave, conta também no relato que não lembra de como desceu das e nem onde estava os amigos que o acompanhavam. Quando chegou fora da http://segundaguerra.net/wp-admin/post.php?post=8352&amp;action=editaeronave o General viu seu amigo Edmundo da Costa Neves que já tinha saído, já o outro pracinha já estava no hospital.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><img class="pie-img " alt="mascord.jpg" src="http://lh4.ggpht.com/-gvRtcBfQkF0/UPNSGdmLrfI/AAAAAAAAATA/dtB8Z1_eGBw/mascord.jpg?imgmax=800" width="640" height="517" /><p class="wp-caption-text">Comissão de repatriamento dos heróis brasileiros mortos na Itália. Em primeiro plano o General Marcarenhas de Moraes seguido pelo General Cordeiro de Farias.</p></div>
<p>O General teve que entrar em contato com o governo brasileiro para pedir um novo avião para terminar a viagem e seguir com os corpos para o Brasil onde foi feita solenidade no dia 22 de dezembro de 1960.</p>
<p>Essa uma história muito interessante que mostra que mesmo depois da guerra os pracinhas ainda tiveram dificuldade para voltar para casa.</p>
<p>Fonte: Meio Século de Combate – Diálogo com Cordeiro de Farias – Aspásia Camargo / Walder de Góes</p>
<p>Trinta Anos Depois da Volta – Octavio Costa</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Promoção: Responda e Ganhe O Cerco de Leningrado, da Editora Contexto!</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Dec 2012 01:32:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Luiz!</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Promoções]]></category>
		<category><![CDATA[Editora Contexto]]></category>
		<category><![CDATA[Promoção]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ecos da Segunda Guerra e a Editora Contexto trazem uma incrível promoção para você!  Responda: O que Adolf Hitler diria se o Eixo tivesse vencido a Segunda Guerra Mundial? Curta a nossa Página no Facebook e a página da Editora Contexto, em seguida deixe um comentário com a sua resposta. A frase mais criativa [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Ecos da Segunda Guerra e a <a rel="nofollow" href="http://www.editoracontexto.com.br/" target="_blank">Editora Contexto</a> trazem uma incrível promoção para você! </p>
<p>Responda: <strong>O que Adolf Hitler diria se o Eixo tivesse vencido a Segunda Guerra Mundial?</strong></p>
<p>Curta a <a href="https://www.facebook.com/pages/Ecos-da-Segunda-Guerra/189908417734433?ref=hl" target="_blank">nossa Página no Facebook</a> e a <a href="https://www.facebook.com/pages/Editora-Contexto/236126903078025" target="_blank">página da Editora Contexto</a>, em seguida deixe um comentário com a sua resposta. A frase mais criativa levará para casa um exemplar de <a rel="nofollow" href="http://www.editoracontexto.com.br/guerra-militaria/o-cerco-de-leningrado.html" target="_blank"><strong>O Cerco de Leningrado</strong></a>, de <a rel="nofollow" href="http://www.editoracontexto.com.br/autores/pierre-vallaud.html">Pierre Vallaud</a>. Lançado pela Editora Contexto.<span id="more-8335"></span></p>
<p>A participação dos leitores será aceita até o dia 30 de Janeiro de 2013.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-8336" alt="contexto" src="http://segundaguerra.net/wp-content/uploads/2012/12/contexto.jpg" width="600" height="470" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.facebook.com/pages/Ecos-da-Segunda-Guerra/189908417734433?ref=hl" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-8338" alt="ecos" src="http://segundaguerra.net/wp-content/uploads/2012/12/ecos.jpg" rel="facebox" width="600" height="80" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-8339" alt="contexto2" src="http://segundaguerra.net/wp-content/uploads/2012/12/contexto2.jpg" width="600" height="80" /></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Estupros e Massacres na Segunda Guerra Mundial – Soldados Brasileiros</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Dec 2012 21:47:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Lavecchia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fatos]]></category>
		<category><![CDATA[FEB]]></category>

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		<description><![CDATA[Na gloriosa historia de nossa Força Expedicionária Brasileira e campo de combate italiano, tivemos alguns espinhos e farpas, entre eles foram alguns casos de estupros que isolados chegaram a assustar alguns italianos, claro que perto de todo efetivo brasileiro, esses casos foram poucos e exporadicos, mas aconteceram e isso faz parte de nossa historia, da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Na gloriosa historia de nossa Força Expedicionária Brasileira e campo de combate italiano, tivemos alguns espinhos e farpas, entre eles foram alguns casos de estupros que isolados chegaram a assustar alguns italianos, claro que perto de todo efetivo brasileiro, esses casos foram poucos e exporadicos, mas aconteceram e isso faz parte de nossa historia, da mesma forma que narramos os feitos heroicos, acho que também temos que narrar os feitos tristes e não honrosos de alguns soldados brasileiros, para que fique como arquivo historico.</p>
<p>A tropa brasileira como já sabemos saiu para a guerra sem muita instrução, sendo muitos soldados de regiões interioranas do pais e sem estudo e totalmente ignorantes, chegando na Itália se depararam com um pais que se passava por imensa dificuldade financeira, nas ruas se via alguns homens vendando sexo das filhas ou esposas em troca de comida ou cigarro para usar como moeda de troca, para quem quisesse o sexo era fácil e sem muitas restrições. Também tinha os bordeis onde o soldado podia pagar barato para se satisfazer.<span id="more-8322"></span></p>
<p>Alguns pracinhas entrevistados ou até mesmo em livros de memorias dizem que era triste ver o pai dando a filha por comida e cigarro e que muitas das vezes eles davam o cigarro e não queria o sexo. Talvez a maioria tenha feito isso, mas alguns fizeram totalmente o contrario, alguns soldados brasileiros chegaram a forçar as italianas a farem sexo na marra com eles, em muitos casos fora o sexo ainda deixavam marcas de selvageria nas mulheres, tiveram casos de grupos de três ou mais soldados irem a uma casa armados, acuarem os familiares, se trancarem no quarto com a vitima e enquanto um satisfazia seu prazer os outros ficavam de guarda e vigiando familiares para que ficassem quietos, quando um acabava o outro entrava até todos se satisfazerem, em alguns casos chegaram a matar familiares por não ficarem quietos.</p>
<p>Podemos ver abaixo alguns trechos de sentenças onde segue o relato contido nos autos e copilado no livro “A Justiça Militar na Campanha da Itália”:</p>
<blockquote>
<p>“No dia 22 de dezembro de 1944, na localidade de Cruce de Capugnano, Itália, na casa nº 23 da referida localidade, cerca de 17 horas, os acusados, armados, ali chegaram e começaram a palestrar, até que passaram a dar tiros e amedrontando os seus moradores e fazendo com que abandonasse a mesma, momento em que o primeiro atirou-se a ofendida, P. R., dominando-a com seu sabre, levou-a para um quarto, violentando-a, praticando com ela conjunção carnal enquanto o segundo acusado, com seu sabre, mantinha a sujeita ao ato, findo este, trocaram os papeis, passou o segundo acusado a pratica de conjunção carnal com a ofendida enquanto o primeiro armado de sabre a sujeitava a se deixar violentar. Enquanto isso ocorria no interior da casa, na porta da mesma, o terceiro denunciado, armado, vigiava, montado guarda para não deixar que alguém se aproximasse, aguardando a sua vez de satisfazer os seus instintos, quando chegou socorro da parte de um oficial e praça do exercito inglês.”</p>
</blockquote>
<p>Quase todos os atos eram parecidos com esse citado acima, exceto um caso de um soldado que estava baixado no 16 th Evacuation Hospital, em Pistóia, Itália, que usou da força para violentar e estuprar um garoto italiano de 10 anos, o soldado saiu do hospital com outro amigo em trajes de enfermo e foi a casa da vitima onde a mesma se encontrava brincando, o mesmo persuadiu e levou a criança na dependências de um de um Forte desabitado e a forçou a se prestar como coito passivo na pratica de sexo anal, parando no ato de ser flagrado por enfermeiras brasileiras, o mesmo foi denunciado e recebeu pena de 9 anos e 4 meses de prisão.</p>
<p>Essas historias mostra o lado desumano e triste de soldados despreparados e desorientados, mesmo sendo a minoria, mancha a linda historia de superação de nossos pracinhas em batalha, campos esses onde muitos morreram em luta de um mundo sem o nazismo em busca da paz no mundo.</p>
<p>Lembrando que nos casos citados acima e em todos os outros de mesma natureza cometida na Itália por soldados brasileiros e que foram denunciados ou pegos em flagrante foram julgados e sentenciados conforme sua gravidade.</p>
<p>Fonte de pesquisa: A Justiça Militar na Campanha da Itália – Bento Costa Lima Leite de Albuquerque</p>
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