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Austríaco é Condenado a Prisão por Negar o Holocausto

AUSTRIA-WWII-JUSTICE-HONSIKO austríaco Gerd Honsik, 67, foi condenado no dia 27 de Abril a 5 anos de prisão por negar a existência do Holocausto. Ele já havia sido condenado por acusações similares em 1992, porém fugiu para a Espanha, onde residiu até 2007, quando foi preso e extraditado para a Áustria. Cabe recurso.

O julgamento teve duração de 3 dias. No final, o júri considerou, de forma unânime, que o acusado era culpado de negar o genocídio judeu na Segunda Guerra Mundial e de duvidar da existência de câmaras de gás. Os crimes estão ligados as declarações que o austríaco publicou em sua revista, “Halt”, e em diversos livros.

Condenado em 1992, Honsik escapou da Justiça e se radicou na Espanha, onde os crimes pelos quais ele havia sido perseguido não existiam. Segundo a acusação, ele seguiu fazendo propaganda pró-nazista na internet, então, novas denúncias surgiu, e foi expedida uma ordem de captura internacional.

Honsik, acabou detido em 23 de Agosto de 2007 na Espanha e extraditado à Áustria.

“É um dos líderes ideológicos da cena neonazista”, disse o promotor Stefan Apostol. Para o promotor, as ideias de Honsik representam perigo porque podem iniciar tumultos entre pessoas desempregadas ou com pouca educação.

Durante o julgamento, após ter pedidos de exibição de provas negados pelo juiz Andreas Boehm, o acusado esmurrou a mesa.

“Quero poder me defender. Não tenho nada a perder. Estatisticamente, tenho mais 9 anos de vida”.

O advogado de Honsik, Herbert Schaller, já anunciou que vai recorrer da decisão.

“Impor uma pena de 5 anos de prisão devido ao exercício da liberdade de opinião é intolerável.”

A Áustria integrou o III Reich e vários líderes nazistas, incluindo o próprio Adolf Hitler, eram austríacos.

Agora pensaremos um pouco. Por que todo mundo tem que obrigatoriamente concordar com a existência do holocausto sem questionar?

Todo mundo sabe que o holocausto foi uma peça chave para a propaganda anti-alemã e com isso os judeus ganharam o Estado de Israel – que até hoje sufoca os palestinos. Se tal episódio foi benéfico às políticas dos países Aliados e aos Judeus após a guerra, não é no mínimo duvidoso ter que confiar piamente em todas as declarações da história oficial? Sabemos que muitas declarações não são imparciais.

Não queremos fazer promoção ao Nazismo e a nenhum outro tipo de regime político, pois são todos “farinha do mesmo pacote”. Nossa pergunta é: Por que os massacres feitos pelo regime comunista da União Soviética, como em Katyn, por exemplo; passam desapercebidos na história, mas o tal holocausto é tão celebrado? E pior, tratam o acontecimento como se apenas Judeus houvessem morrido.

Eu não nego nem afirmo o Holocausto, mas penso que todo mundo tem direito a acreditar no que bem entender. No passado vivemos sob uma inquisição religiosa onde não era permitido questionar Jesus, hoje vivemos outra inquisição, a Judaica, onde não se pode questionar o Holocausto.

Lembro constantemente aos desavisados que a idéia de limpeza étnica não nasceu na Alemanha, muito menos na mente de Hitler. O ideal de purificação racial se chama Eugenia e foi concebido por um cientista Inglês, Francis Galton, primo de Darwin e ganhou forças nos Estados Unidos, quando milhares de pessoas foram esterilizadas por serem consideradas inferiores racialmente.

Para saber mais sobre a Eugenia:
http://veja.abril.com.br/210104/p_108.html

Sobre André Luiz!

André Luiz, natural de Osasco, ex-militar do Exército, estudou letras em São Paulo, graduando em Psicologia e fascinado pelos fatos que envolvem a Segunda Guerra Mundial. Idealizador e criador do site Ecos da Segunda Guerra, - antigo Segunda Guerra.org - escreve sob a expectativa de contribuir com a memória deste trágico conflito e demonstrar mesmo nos acontecimentos mais terríveis é possível observar detalhes interessantes.

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2 comentários

  1. Infelizmente, o que aconteceu depois da Segunda Grande Guerra foi que a tão temida dominação judaico bolchevique não aconteceu e sim a imposição do capitalismo, sinônimo de judaísmo, que alimenta a desigualdade entre os homens e sustenta a ganância por poder através do dinheiro.

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