Ecos da Segunda Guerra

 

1939 - 1945

 

Que essa ocasião solene faça emergir um mundo melhor, com fé e entendimento, dedicado à dignidade do homem e à satisfação de seu desejo de liberdade, tolerância e justiça."

Segunda Guerra Mundial
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A Tripulação do Navio alemão Windhuk nos Campos de concentração Brasileiros

navio03No dia 7 de dezembro de 1939, o navio alemão Windhuk aportou em Santos fugindo da marinha inglesa.

O Windhuk, uma embarcação de turismo luxuosa, com capacidade para 600 pessoas, abrigava no momento 250 tripulantes, entre engenheiros, médicos e marinheiros que viajavam da Alemanha para a África do Sul. Os outros passageiros ficaram na Cidade do Cabo.

Em 1939, o Brasil estava neutro em relação à guerra, mesmo assim, o navio foi detido em Santos, e sua tripulação, proibida de deixar o país.

Os alemães residiram no navio até 1942, quando, Getúlio Vargas declarou posicionamento contrário ao Eixo. Então, 244 passageiros do Windhuk foram presos e encaminhados para São Paulo, para a Casa de Detenção, no Carandiru.

Como o governo brasileiro não podia manter os estrangeiros detidos como presos comuns foram instalados prisões provisórias em Pirassununga, Bauru e Ribeirão Preto, até as obras dos campos de concentração em Guaratinguetá e Pindamonhangaba fossem concluídas.

A maior parte dos tripulantes estava na faixa dos 20 anos.

Em Pindamonhangaba, embora a idéia fosse manter os alemães isolados no campo, aos domingos, os tripulantes eram visitados por moradores da cidade, que viam os prisioneiros como a principal atração do município.

Era permitido que os prisioneiros fizessem compras na cidade, sempre acompanhados de soldados armados de fuzis, mas que acabavam relaxando a pena e se unia a eles em confraternizações acompanhadas de cerveja.

Apenas numa ocasião, os prisioneiros tentaram fugir do campo de concentração de Pindamonhangaba e acabaram presos na cadeia pública da cidade.

Já em Guaratinguetá, o campo de concentração era mais rígido, e os alemães não tinham contato com os brasileiros. Os prisioneiros não podiam improvisar a alimentação e comiam sempre arroz com feijão. O trabalho forçado nas lavouras iniciava cedo e terminava somente à noite.

Apesar do sistema rígido, dos 244 tripulantes presos em campos de concentração por 3 anos, apenas um retornou à Alemanha com o término da Segunda Guerra Mundial.

Hildegard, que era babá no navio teve um filho no campo de concentração

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Carl Johann foi a única criança nascida num campo de concentração brasileiro. Ele é filho de Hildegard e August Braack. Hilde era babá. August, 20 anos mais velho, era comissário de bordo.

“Embarquei para conhecer o mundo, ser livre”, conta Hilde. “Não queria me casar.” “A gente não sabia o que ia acontecer conosco”, explica.

August e Hilde se Casaram no porto de Santos, na cabine de luxo do piloto. Tudo aparentava ser mais uma aventura. Porém a aventura ficou séria quando o Brasil entrou na Segunda Guerra Mundial.

Ao engravidar, Hilde, já estava presa no campo de concentração de Pindamonhangaba. Por ser casada, teve permissão de viver numa casa com o marido e as outras duas únicas mulheres da tripulação. Foi a cidade comprar o enxoval escoltada por soldados com fuzis. Deu a luz com um desses soldados montando guarda no lado de fora da sala do hospital.
Carl foi criado a base de leite, aveia e espinafre. Quando a guerra terminou, virou Carlos. Só contou sobre o passado à futura esposa pouco antes de se casar. Hoje tem 65 anos.

Hilde tornou-se uma das primeiras especialistas em ortopedia do país. August trabalhou em escritórios de empresas. Faleceu em 1963, sem nunca ter retornado à Alemanha. Tinha prometido a si mesmo que só retornaria após ter vencido na vida. Conquistou menos do que julgava necessário e permaneceu no seu exílio pessoal. “Ele dizia que não queria voltar como um vagabundo de praia”, diz Hilde.

Depois da morte do marido, ela voltou à Alemanha algumas vezes. Na última vez, alugou um carro e dirigiu por 12.000 km, sozinha. Tinha 78 anos e sentia-se em total liberdade.

Heinz, o fugitivo

navio05

Observando o velhinho em seus chinelos não conseguimos imaginar o quanto de trabalho que Heinz Lange deu à polícia de Getúlio Vargas. Ele não perdeu nenhuma oportunidade de fuga. Mas só voltou à Alemanha 50 anos depois do fim da Segunda Guerra Mundial, quando já tinha se tornado brasileiro demais. “Fui e já fiquei doido para voltar para o Brasil. Não vou mais”, anuncia.

Sua primeira fuga foi no Carnaval de 1942. Um oficial do Windhuk comprou um barco de pesca para uma escapada heróica: de Santos até o Senegal. No segundo dia de viagem, o mar tornou a viagem difícil. O comandante caiu na água e sumiu. No dia seguinte, quando Heinz acordou, o novo capitão conduzia o barco para Santos.

“Ele mentiu dizendo que o motor tinha quebrado, mas a verdade é que não queria fugir. Estava de namoro com uma brasileira em Santos, só foi porque estava escalado. Se soubéssemos, tínhamos matado ele”, conta Heinz.

Heinz foi preso. Até chegar a Imigração, fugiu pela segunda vez com um companheiro, ambos disfarçados de padeiro. Foram recapturados em Cotia, sob a lona de um caminhão. Não falavam uma palavra em português, mas acreditavam no sucesso da operação.

De volta à cadeia, ele foi acometido pelo tifo. Preso e doente conseguiu cair nas graças de uma enfermeira, uma moça chamada Júlia Nogueira. Casou-se. “Deixaram-nos ficar apenas uma hora juntos no quarto, depois eu tive de retornar  para a prisão”, conta. Foi libertado do campo de concentração um ano antes dos demais devido o matrimônio.

Otto aceitou seu destino

navio06Otto só voltou à Alemanha 30 anos depois, para as bodas de ouro dos pais

Otto Kramper tinha apenas 19 anos quando entrou no Windhuk contra a vontade da mãe. Retornou 30 anos depois para a festa das bodas de ouro dos pais. Foi recebido com banda de música na pequena cidade Wahlstedt. Ficou abraçado, mudo, com a mãe, não sabe dizer por quanto tempo.

Retornou ao Brasil. Ao contrário da maioria dos tripulantes do Windhuk, Otto não queria conhecer o mundo. Seu desejo era permanecer em casa. Quando partiu, pensava na volta. Embarcou para não dar mais despesas aos pais.

Quando a autoridade brasileira o libertou do campo de concentração, sem um tostão, aconselhou: “Evitem aglomerações e se cuidem. Não pisem em falso”. Otto seguiu o conselho. Por toda a vida fez o que fazia no navio com prazer: servir aos outros. Aposentou-se em 1994, como garçom, porque a bandeja não firmava mais em suas mãos.


Erwin é um homem inconformado

navio07Erwin Dietrich é um homem revoltado. Nunca aceitou o destino. Essa foi a maldição de Erwin. “Sou muito revoltado com o que fizeram comigo. Os outros dizem para deixar para lá, mas eu não deixo. Para mim não passou. Foi errado. Eu não esqueço”, diz.

“O Windhuk não era navio de guerra. A gente não era soldado. Como nos deixam presos, aqui, neste país?”

Por anos ele morou no Brasil se recusando a aprender o português. Decorou somente os palavrões e os repetia a cada policial que encontrava na esperança que o despachassem de volta à Alemanha. Só embarcou naquela que seria “sua primeira, única e pior viagem” porque desejava conhecer o mundo. Caçula de uma família miserável de seis filhos, Erwin passou muita fome. Quando ele nasceu, em 1922, a Alemanha em ruínas devida a Primeira Guerra Mundial. Por haver falta de comida, até os 5 anos Erwin só mamou no peito.

A origem de Erwin é a da Alemanha humilhada que tornou  a revolta de Adolf Hitler possível. Entre as lembranças de Erwin está a de ter apertado a mão de Hitler três vezes.

Ao embarcar no Windhuk, a Alemanha se recuperava nas mãos do Führer. A Segunda Guerra terminou com ambas as promessas: a do império alemão e a de seu futuro nele. Erwin continuou sofrendo. Ele não estava presente para ver e participar da reconstrução da Alemanha. Estava no Brasil, sem dinheiro para voltar. Quando conseguiu, quase 30 anos depois, era tarde demais. Sua mãe estava em coma e não o reconheceu. O pai havia se sido morto na guerra, quando uma bomba o explodiu numa padaria. Ironicamente, apenas no Brasil havia lugar para ele.
Wolfgang Gramberer e Rolf Stephan,  abriram em São Paulo, em 1948, um bar com o mesmo nome do navio para reunir os amigos e não deixar que suas experiências vividas no campo de concentração brasileiro fossem esquecidas.

Stephan, que ficou preso em Guaratinguetá, contou que, como eles tinham experiência na cozinha quando trabalhavam na embarcação, decidiram trabalhar no Brasil naquilo que já conheciam.

“O restaurante é um ponto de encontro. Os tripulantes do Windhuk se reune no local todo dia 7 de dezembro (data em que o navio aportou no Brasil). Criamos o estabelecimento porque não temos traumas do tempo em que ficamos no campo e gostamos muito do país”, disse.

Veja abaixo a relação completa de tripulantes do Windhuk:

Numero

Função

Nome

Idade

2

1. Oficial Reinhold Pohl

40

3

2. Oficial Jürgen Sievers

31

4

2. Oficial Arnulf Schüpfer

31

5

2. Oficial Gerhard Truntow

31

6

3. Oficial Giinther Albrecht

28

7

3. Oficial Gerhard Böhm

127

8

Oficial de Bagagem Wilhelm Doblinger

50

9

1. Contramestre Robert Schneider

38

10

2. Contramestre Oskar Gehrke

28

11

1. Carpinteiro Hermann Röschmann

54

12

2. Carpinteiro Heinz Lange

27

13

Steurer August Brose

51

14

Josef Demmel

53

15

Henry Jürgs

26

16

Joseph Krieger

27

17

Otto Kubatzki

40

16

Gustav Rickmann

53

19

Paul Rickmann

49

20

Marinheiro August Ahders

48

21

Marinheiro Horst Freitag

19

22

Marinheiro Wolfgang Gramberger

25

23

Marinheiro Otto Henke

42

24

Marinheiro Paul Janetzky

38

25

Marinheiro Jessen Jawbus

25

26

Marinheiro August Nagat

57

27

Marinheiro Walter Pohl

20

28

Marinheiro August von Reith

29

29

Marinheiro Walter Schneider

18

30

Marinheiro Erich Schwebs

36

31

Marinheiro Leve Aloisius Hinz

20

32

Marinheiro Leve Erwin Kunz

18

33

Jungmann Herbert Brandes

19

34

Jungmann Walter Gentek

19

35

Jungmann Kurt Koch

19

36

Jungmann Hubert Nentwig

16

37

Decksjunge Helmuth Bruckmann

15

38

Karl-Heinz Nolting

16

39

Gunther Preuss

17

40

1. Tipógrafo Gustav Knorn

37

41

2. Tipógrafo Arno Friese

27

42

Médico Dr. Georg Heiduschka

28

43

Enfermeira Brunhilde Krauss

28

44

Assistente Franz Sadowski

33

45

Economista Otto Polkowski

51

46

Comissário de bordo August Braak

44

47

Sub-Comissário Werner Siemon

27

48

Assistente do Comissário Hans Radtke

26

49

Assistente do Comissário Hermann Fasting

23

50

Zahlm. Anwärter Wilken Ranck

21

51

Prov.-Lagerm. Otto Holze

37

52

2. Supervisor Friedrich Nöhle

33

53

3. Supervisor Bernhard Szymanski

30

54

Maestro Otto Engel

48

55

Musico Curt Giese

34

56

Musico Arthur Klug

36

57

Musico Reinhard Westphal

44

58

Babá Hildegard Lange

23

59

vendedora Lisheth Pölkow

40

60

Chefe de cozinha Paul Gryphan

43

61

Assistente de cozinha Bruno Kröger

28

62

1. cozinheiro Friedrich Schulz

29

63

2. cozinheiro Helmuth Eskuche

37

64

2. cozinheiro Kurt Brennecke

26

65

Mannschaftskoch Ernst Trieloff

33

66

3. Koch Hermann Claus

25

67

3.cozinheiro Walter Halder

24

68

3.cozinheiro Heinrich Krebs

30

69

3. cozinheiro Werner Ruhig

25

70

3.cozinheiro Josef Schneider

22

71

4.cozinheiro Elek Rehberger

20

72

Kochsanwärter Wolfgang Böhme

19

73

1. padeiro Gustav Kierum

40

74

2.padeiro Gerhard Golz

19

75

1. Schlachter Willi Lehmann

28

76

2. “ Friedrich Diller

27

77

1.confeiteiro Eduard Lause

46

78

2.confeiteiro Richard Mähringer

25

79

BäckerKochsmaat Gerhard Langlotz

23

80

Kurt Kretzschmar

22

81

Wilhelm van Lünzen

21

82

Paul Stolte

20

83

KonditorKochsmaat Heinz Schulz

28

84

SchlachtKochsmaat Helmut Bugner

21

85

Alfred Hörst

19

86

Rudolf Preuss

18

87

Küchenjunge Gerhard Baun

18

88

Erwin Dietrich

17

89

Obersteward Max Kabst

44

90

Hans Vollmers

42

91

Oberstew.-Asst. Gustav Steckmeister

32

92

Adolf Prawitt

36

93

Anrichtekoch Hans Rock

38

44

Eduard Tieste

31

95

Kaffeekoch Arthur Gondeck

26

96

Friedrich Hamer

31

97

Anrichtegehilfe Wilhelm Patzke

19

98

Karl Feller

19

99

Camareiro Alfons Ahrens

40

100

Camareiro Ewald Arndt

30

101

Camareiro Gustav Bartels

30

102

Camareiro Hildebert Baumeister

29

103

Camareiro Armin Beer

29

104

Camareiro Karl Behnke

48

105

Camareiro Karl Behrmann

28

106

Camareiro Max Bernatzki

31

107

Camareiro Alwin Bösch

29

108

Camareiro Wilhelm Brand

34

109

Camareiro Gotthard Büchner

26

110

Camareiro Erich Conrad

37

111

Camareiro Wilhelm Depping

32

112

Camareiro Max Drese

53

113

Camareiro Kurt Drechsler

36

114

Camareiro Ernst Freytag

42

115

Camareiro Christoph Gefke

35

116

Camareiro Ernst Gerstner

33

117

Camareiro Robert Gödde

33

118

Camareiro Karl Grützmacher

36

119

Camareiro Erwin Grunwaldt

32

120

Camareiro Ernst Gulde

31

121

Camareiro Alfred Hamann

46

122

Camareiro Gunter Harburg

31

123

Camareiro Max Heller

33

124

Camareiro Wilhelm Hoffmann

34

125

Camareiro Heinz Hüttmann

26

126

Camareiro Ernst Jacobsen

29

127

Camareiro Albert Jäger

32

128

Camareiro Georg Kerndlmeier

29

129

Camareiro Arvid Klages

19

130

Camareiro Heinz Klügling

19

131

Camareiro Heinrich Knapp

48

132

Camareiro Wolfgang Koch

30

133

Camareiro Otto Kramper

20

134

Camareiro Robert Kuchenbuchl

39

135

Camareiro Hermann Lehmann

36

136

Camareiro Heinrich Lück

27

137

Camareiro Willi Luttich

32

138

Camareiro Otto Mathi

32

139

Camareiro Rudolf Meingast

39

140

Camareiro Karl-Heinz Misfeld

32

141

Camareiro Wilhelm Naumann

33

142

Camareiro Erich Otto

30

143

Camareiro Ernst Preug

35

144

Camareiro Otto Reiss

23

145

Camareiro Walter Rhinow

20

146

Camareiro Ernst Rückert

24

147

Camareiro Otto Rückert

23

148

Camareiro Arthur Sagawe

55

149

Camareiro Gerhard Sander

20

150

Camareiro Paul Scheerer

30

151

Camareiro Willi Schlote

19

152

Camareiro Richard Schneider

39

153

Camareiro Karl Scheel

36

154

Camareiro Ernst Sereck

45

155

Camareiro Erhard Sievers

28

156

Camareiro Bernhard Steinsohn

30

157

Camareiro Arthur Tiede

35

158

Camareiro Otto Timm

30

159

Camareiro Richard Ullrich

40

160

Camareiro Bruno Vick

28

161

Camareiro Karl Viktor

35

162

Camareiro Wilhelm Wackerfuss

41

163

Camareiro Ernst Walter

30

164

Camareiro Friedrich Wienbrandt

55

168

Camareiro Heinrich Wille

40

166

Camareiro Friedrich Zittlosen

28

167

Chefe dos Camareiros Paul-Herbert Krohndori

18

168

Camareiro dos Oficiais Jenny Specht

20

169

Camareiro para Camareiro Emil Kühl

23

170

Operador de Elevador Otto Rachow

52

171

Messesteward Rudolf Buchmann

20

172

Josef Knoblauch

30

173

Aufwäscher Horst Adamietz

19

174

Georg Böldeke

23

175

Horst Kühn

19

176

Willi Groping

24

177

Ernst Ficke

23

178

Wilhelm Poppinger

17

179

Hans Schiewelbein

18

180

Richard Nitschke

18

181

Stewardsanwärter Fritz Helgert

19

182

Alfred Koppe

18

183

Heinz Spoerl

18

184

Rolf Stephan

18

185

Heinz Szimkowski

19

186

Page Hans Czonstke

17

188

Messejunge Heinz Güllnitz

17

189

Kurt Viol

17

190

Kajütsjunge Horst Judes

16

191

Stewardsjunge Werner Goerke

17

192

Stewardess Trinchen Ehlerding

124

193

Stewardess Hertha Förster

26

194

Anna Grotegut

27

135

Kathe Holst

42

196

Kate Phig

27

197

1. Barbeiro Josef Riedl

59

198

Barbeiro assistente Heinz Bohme

25

199

Barbeiro assistente Egon Winter

28

200

Barbeiro assistente Walter Zerwas

27

201

Waschmeister Wang Shu Meh

32

202

Faxineiro Ching Yin Fang

41

203

Faxineiro Hsu Ngo Ching

30

204

Faxineiro Lu No Ling

27

205

Faxineiro Ju Yen Liang

23

206

Faxineiro Van a Kung

26

207

Faxineiro Foo Ngo Hsu

24

Operadores de Máquina

208

Leitender Ing. Gustav Heuck

51

209

2. Engenheiro Wilhelm Krey

29

210

2.Engenheiro Fritz Plump

27

211

3. Engenheiro Ernst Biihrke

28

212

3. Engenheiro Hans-Günter Ellerbrock

29

213

3. Engenheiro Willi Mahnke

26

214

3. Engenheiro Karl Matzke

27

215

3. Engenheiro John Quad

29

216

3. Engenheiro Werner Schulz

34

217

1.eletricista Walter Homann

35

218

2.eletricista Hans Dubber

25

219

Ingenieur.Asp. Albert Berndt

23

220

Paul Kirchhoff

23

221

Heinz Kröpke

21

222

Adolf Schumacher

23

223

Heinz Steffens

20

224

Georg Stumpfhaus

28

225

Heinz Wittmaack

21

226

Almoxarife Robert Schwidewsky

20

227

Kupfersdimied Paul Helmers

38

228

Windenschlosser Johannes Pöhler

34

229

Soldador Werner Giebeler

28

230

Eletricista Assistente Alfred Fisdier

30

231

torneiro Otto Kühle gen. Uhde

35

232

Oherheizer Karl Dorsner

37

233

Hermann Hoop

27

234

Martin Jess

39

235

foguista Willy Bartz

34

236

foguista Martin Henkes

28

237

foguista Ferdinand Jagow

51

238

foguista Wilhelm Kalina

39

239

foguista Horst Knoff

28

240

foguista Otto Mrosek

38

241

Trimmer Walter Adam

19

242

Albert Barth

33

243

Arthur Ebert

26

244

Karl Weger

28

245

Oswald Winkler

36

246

Maschinen-Junge Ernst Klein

17

247

Heinrich Schopf

17

Operadores de Radio:

248

1. Oficial de Radio John Lüers

43

249

2.Oficial de Radio Willi Leineweber

25

250

3. Oficial de Radio Heinrich Böckmann

20

Sobre André Luiz!

André Luiz, natural de Osasco, ex-militar do Exército, estudou letras em São Paulo, graduando em Psicologia e fascinado pelos fatos que envolvem a Segunda Guerra Mundial. Idealizador e criador do site Ecos da Segunda Guerra, - antigo Segunda Guerra.org - escreve sob a expectativa de contribuir com a memória deste trágico conflito e demonstrar mesmo nos acontecimentos mais terríveis é possível observar detalhes interessantes.

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9 comentários

  1. frederico eugenio muller neto

    estou a procura do meu avos que vieram na primeira guerra por preseguisao politica estou a procura e eugenio mÜller e catarina mÜller erna mÜller

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  4. Sou professora de história, o que mim deixa impressionada é a história dos imigrantes aqui no Brasil, pois foram pessoas determinadas, dentre a lista encontrei o Walter Zerwas, assim como meu amado tio era barbeiro. Pena que atualmente não existe mais esta profissão como no século passado.
    Dias atrás não me lembro bem, mais vi uma reportagem na Argentina em uma barbearia a moda antiga, é maravilhoso tudo me fez voltar a minha infância…

  5. Regina Celia Vogel Pereira

    Sempre que há um documentário na Televisão sobre o navio WINDHUK procuro assistir pois se trata de uma parte de nossa história pois a tripulação que ficou aprisionada no nosso País escreveu com muito trabalho parte de nossa história.Parabéns pela publicação dos trabalhos refente ao navio WINDHUK.

  6. Meu pai foi tripulante do Windhuk. É sempre interessante conhecer um pouco mais de sua história.

  7. É sempre muito bom ver essa história do Windhuk e da ligação do Brasil com a II GM ser revista. Gosto principalmente quando ex-tripulantes podem contar seus pontos de vista e suas experiências, dando abertura para que a história seja contada de forma mais humana. Pesquisei – academicamente – durante algum tempo esse tema. E ele continua me fascinando. Parabéns a equipe organizadora do site!

  8. Sou neto do n. 185 da lista, Heinz Szimkowski.
    Na verdade, seu nome era Heinz Rud Erwin Szimkowski e ele era garçom do Windhuk.
    Quando a guerra acabou, foi libertado e ele dormiu alguns dias na Praça da Sé.
    Teve uma vida ótima, trabalhou de vendedor, teve fábrica de chocolate, teve, enfim, uma vida confortável. Casou , teve um filho (meu pai) e quatro netos.
    Faleceu em 2006, aos 86 anos.
    Nunca esqueceu o que houve com a Alemanha e com sua família. Seu irmão morreu em um submarino.
    Cheguei nesse site por estar tirando a nacionalidade alemã e estou com vários documentos dele, como carteira de motorista alemã (de 19 e bolinha e carimbada com a suástica), certidão de nascimento.
    Muito bacana esse artigo.
    Parabéns.

  9. Parabéns pela reportagem sempre é bom conhecer a história do nosso país

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